A noite chega E a escuridão me toma Somente ódio e rancor Na imensidão da minha dor Minha loucura e insanidade Agiganta-se ao Torpor Em meio à frivolidade De uma vida vã e sem cor Sem mais ar O Aqueronte me banha E suas águas disformes Limpam, dissipam Não há Desta vida infame O sopro d’alguma bonança Só amargas lembranças Dor De uma vida insossa / onde vestígios se apequenam em passos que não se agigantam Esvai... todo o poderio humano De uma lembrança fugidia de quando ainda havia alegria em um coração outrora rubro...