Um imenso vazio, Em torno de meu caixão, Flores mais vivas que eu, Eu aceito o desvanecer. Só me resta a solidão, Entrego minh'alma para a escuridão, Erguendo a faca sem fio, Dissipar e esvair... Filho da tormenta, tu há de consentir, Que a tristeza fomenta tua vontade de não existir, Trilhando o escopo do fim e do porvir, Tuas mãos não aguentam o peso de estar aqui.