Olhe rumo a este despenhadeiro Como é medonho Vês?Então? É o túmulo do teu segredo O punhal que descansa em teu peito Somente os corvos e os vermes Irão lá,para contigo ter E devorar teu maldito coração Cheio de remorso É teu algoz à tua espera A hiena faminta em sua ânsia pelo cadáver Curvei-me neste abismo Que tudo era negro O vento gemia nos ramos desnudos...nos espinhos ressequidos Eu tive medo Uma noite de delírio E um despertar na podridão