O Sopro que a tudo Desola Lyrics


Quando vens de teu solilóquio

E invades domínios insólitos

Emergindo da margem escura

Do luar e da fúria

Varres as fragrâncias das estações

E amargas a brisa das eras

Em teu antro noturno destilas

O elixir da melancolia

Tua voz devastadora intrusa sublime dos abismos

A bramir impassível ao profundo silêncio,sem que sejas percebido

Em tua incessante jornada por caminhos desconhecidos

Onde habita imutável tua plena desolação