Oh mártires da Mata Atlântica
Guerreiro que tomba com glória
Irrigando com seu corpo esta terra
Decompõe-se na nossa memória
Esta floresta ombrófila densa
Feita de carne sangue e ossos
Um dia do caçador e o outro da presa
A natureza confronta os raivosos
Berço de esplêndidos seres místicos
Terra bandeirante orgulhosa
Lembremos de nossos irmãos falecidos
A nossa jornada espinhosa
Nossos corpos decompõe-se
Neste solo sagrado paulista
Carne, sangue e ossos torna-se
O nosso sangue a sua seiva
Aqui nascemos e aqui morreremos
Que a grande obra imortalize nossos nomes
Assim como louvamos
A Mata Atlântica e os Antigos Deuses