De volta às profundezas, onde sombras me aguardam, um ciclo vicioso, as trevas me abraçam. O peso da decadência. Uma alma em declínio. Cada passo é um fardo. Um caminho de espinhos. Relapso, caio mais uma vez. No abismo, que me chama! Não há cura, não há vez! O tormento, me consome, A escuridão me envolve. Memórias quebradas, um passado distorcido. Cada erro é uma âncora, cada dor, um abrigo. A esperança se esvai, como areia entre os dedos. Gritos sufocados, um eco no vazio. Olhos sem vida. A luta, é inútil. A queda, é inevitável.