A mente se desfaz um vazio sem fim, onde a dor se refaz. No silêncio da noite, a alma se corrompe. Caminho solitário, sem direção. Corrente invisível, me arrastam para o além. Onde a luz não alcança, onde a vida não vem. No espelho quebrado, meu reflexo e um tormento. Sou um espectro perdido, preso no tempo. Gritos abafados, Ninguém pode ouvir A angústia me consome, não posso fugir. O desespero cresce, não há mais o que temer. A esperança se foi, no frio eterno. Um ciclo sem fim, As trevas me envolvem. No espelho quebrado, meu reflexo e um tormento. Sou um espectro perdido, preso no tempo. Neste mar de desolação, Desespero, dor e solidão. Um ciclo vicioso, sem redenção. O caos dentro de mim, não posso escapar. A morte me chama! A morte me chama! A morte me chama!