Crescendo no silêncio, insidiosa aflição, devastando a carne, no cerne da existência. Devora a esperança, em voragem mortal, sentença fatal, sombra infernal Visões de dor, Corpos que se rendem, ao jugo crescente, avida esvai-se, em suspiros lentos. Ecos de agonia, em tormentos violentos. Veneno salvador! Ilusões quebradas, no espelho da dor. Morfina alimenta, o ciclo de martírio, na pele marcada, o último delírio. Devora a esperança, em voragem mortal, sentença fatal, sombra infernal. Veneno salvador. Ilusões quebradas, no espelho da dor. No leito da morte, o suspiro final, o abraço do nada, o toque glacial, resistência esmorece, sob a dor incessante, o fim se aproxima, implacável e constante.