Terra marcada, onde as fronteiras são cicatrizes, de um passado, desolador. Separando corações, gritos de desespero, ecoam na escuridão, em meio a segregação. Crianças olham para o céu, com olhos de tristeza, em um mundo dividido. Um grito que não se cala, por cada colono que se instala. Gritos contra o Apartheid, como um trovão, uma declaração, no coração da luta, pela liberdade que nos é negada. Noite após noite, o mundo observa mas a justiça se omite, sob olhar do opressor, em cada explosão, uma golfada de dor, nas sombras da política, vidas despedaçadas. Ruas empoeiradas, gritos não ouvidos, no eco da destruição, sobrevivendo a escuridão. Crianças olham para o céu, com olhos de tristeza, em um mundo dividido. Um grito que não se cala, por cada colono que se instala.