“Vai, persegue rastejando tua próxima presa! Dança tua valsa sibilante de luxúrias triunfais e canta, enfim livre da tradição outrora presa qual pecaminoso elo aos teus anéis bestiais! Enche de peçonha os teus perlados e agudos dentes, terríveis arautos do delírio, da dor e da putrefação, e morde o orgulho humano, legando-lhe teu presente, que goteja dos orifícios qual licorosa danação! Damballah, Tiamat, Apófis e Lotan dentre tantos são alguns de teus nomes, embora sejas mais conhecida como Satã. Apelo à tua escamosa sabedoria imorredoura e oferto à tua glória o sentimento que me consome e que cresce ante teu olhar, que a tudo ilumina e doura.”