Bem vindo à ruína total Reino denso de agonia e dor Remorso indecente Envolto em ar de culpa e terror O caos em uma horrenda face (E) a contemplativa escuridão Existência interrompida Alimenta vermes que se fartam Se fartam E nada sobrará Nada sobrará Bem-vindo ao mundo inerte Onde o vácuo flagela e atrai Desgraça sombria perverte Envolto em declínio e torpor Sobre a lama da destruição Patéticas pilhas de ossos Indulgência negada Alimenta vermes que se fartam Se fartam E nada sobrará Nada sobrará “Em um vasto halo de almas Inescrupulosos e abruptos Perecem solenemente” Bem vindo à ruína total Reino denso de agonia e dor Remorso indecente Envolto em ar de culpa e terror O caos em uma horrenda face (e) a contemplativa escuridão Existência interrompida Alimenta vermes que se fartam