Nas paredes de pedra, runas misteriosas gravadas,
Contam histórias de heróis, batalhas e jornadas.
Os guerreiros erguem seus chifres, brindando à vida,
Enquanto fogueiras crepitam, aquecendo a noite esquecida.
Elfos e fadas se misturam aos mortais, invisíveis,
E o vinho embriaga corações, tornando-os invencíveis.
Na Taverna dos Druidas, à luz da lua prateada,
O hidromel flui como um rio, alegria desenfreada.
Sob o carvalho ancestral, bardos entoam canções,
E espíritos antigos dançam em celebrações.
Sob o teto de palha, velhos contam lendas esquecidas,
Sobre tesouros perdidos, dragões e terras proibidas.
Os copos se erguem em honra aos antigos clãs,
E a magia flui como um rio, unindo todos os fãs.
Elfos e fadas se misturam aos mortais, invisíveis,
E o vinho embriaga corações, tornando-os invencíveis.
Na Taverna dos Druidas, à luz da lua prateada,
O hidromel flui como um rio, alegria desenfreada.
Sob o carvalho ancestral, bardos entoam canções,
E espíritos antigos dançam em celebrações.
O ar está impregnado com aroma de ervas e incenso,
Druidas sussurram segredos, conhecimento imenso.
Na Taverna dos Druidas, a noite se estende sem fim,
Os corações se aquecem, a alma encontra seu jardim.
Que a jornada continue, sob as estrelas e ao luar,
No bosque encantado, onde a música vai continuar.
Elfos e fadas se misturam aos mortais, invisíveis,
E o vinho embriaga corações, tornando-os invencíveis.
Na Taverna dos Druidas, à luz da lua prateada,
O hidromel flui como um rio, alegria desenfreada.
Sob o carvalho ancestral, bardos entoam canções,
E espíritos antigos dançam em celebrações.