Nas tabernas escuras, histórias contadas, De batalhas vencidas e amores desejadas. As uvas colhidas com mãos calejadas, Transformadas em néctar, almas embriagadas. O som das espadas ecoa no ar, Enquanto a Serenata do Vinho nos faz dançar. Nas tabernas escuras, histórias contadas, De batalhas vencidas e amores desejadas. O alaúde ressoa, os bardos entoam, Versos de bravura, coragem que ecoam. O vinho nos aquece, nos torna imortais, Na Serenata do Vinho, heróis ancestrais. Sob o carvalho antigo, juramos lealdade, Com cálices erguidos, selamos irmandade. O vinho é nosso sangue, a canção é nossa alma, Na Serenata do Vinho, encontramos a calma. Nas colinas antigas, o vinho flui forte, Em taças de prata, brindamos à sorte. Sob a lua prateada, guerreiros se erguem, Cantando a Serenata do Vinho que nos seguem. Nas tabernas escuras, histórias contadas, De batalhas vencidas e amores desejadas. E quando a batalha chegar ao fim, E nossos corpos cansados descansarem enfim, A Serenata do Vinho ecoará nas estrelas, Lendas serão escritas, eternas e belas. Sob o carvalho antigo, juramos lealdade, Com cálices erguidos, selamos irmandade. O vinho é nosso sangue, a canção é nossa alma, Na Serenata do Vinho, encontramos a calma. Nas colinas antigas, o vinho flui forte, Em taças de prata, brindamos à sorte. Sob a lua prateada, guerreiros se erguem, Cantando a Serenata do Vinho que nos seguem. Sob o carvalho antigo, juramos lealdade, Com cálices erguidos, selamos irmandade. O vinho é nosso sangue, a canção é nossa alma, Na Serenata do Vinho, encontramos a calma. Nas colinas antigas, o vinho flui forte, Em taças de prata, brindamos à sorte. Sob a lua prateada, guerreiros se erguem, Cantando a Serenata do Vinho que nos seguem.