No fogo crepitante, guerreiros se aquecem, Cerveja dourada, como ouro, os fortalecem. Nas canecas entalhadas, histórias se entrelaçam, Dragões e feiticeiros, lendas que jamais se apagam. O ferro forjado, espadas em punho e aço afiado, Bardos entoam versos, sob o luar prateado. Nas canecas de madeira, segredos sussurrados, Lembranças perdidas, batalhas e destinos marcados. Nas tabernas escuras, canecas erguidas, Heróis brindam à coragem, batalhas vencidas. O metal ressoa, trovões no céu a ecoar, Hinos de bravura e fé, espadas a voar. Sob o céu estrelado, os corpos se encontram em brasa, Brindando à vida e à morte, à eterna batalha que arrasa. Nas canecas entalhadas, runas ancestrais, Guardam segredos antigos, guardiãs imortais. O ferro forjado, espadas em punho e aço afiado, Bardos entoam versos, sob o luar prateado. Nas canecas de madeira, segredos sussurrados, Lembranças perdidas, batalhas e destinos marcados. Nas tabernas escuras, canecas erguidas, Heróis brindam à coragem, batalhas vencidas. O metal ressoa, trovões no céu a ecoar, Hinos de bravura e fé, espadas a voar. O ferro forjado, espadas em punho e aço afiado, Bardos entoam versos, sob o luar prateado. Nas canecas de madeira, segredos sussurrados, Lembranças perdidas, batalhas e destinos marcados. Nas tabernas escuras, canecas erguidas, Heróis brindam à coragem, batalhas vencidas. O metal ressoa, trovões no céu a ecoar, Hinos de bravura e fé, espadas a voar.