matéria desintegrada, sedenta pela tragédia paira como um fantasma no ar da nuvem ácida respira sua maldição, inala seu particulado no córrego intoxicado suando por suas entranhas um desejo de corrosão os prantos de sua história, a memória carbonizada lágrima seca e barrenta pela desertificação aceita sua premonição, pestilência reencarnada respira sua maldição, inala seu particulado seu sangue é meu veneno cor do choro da floresta que secou num deserto e semeou um rio de minério restos da decomposição, fósseis da ironia os prantos da combustão devastando sua energia ratos e pragas, mosquitos e baratas é tempo de dominar os restos dessa morada só sobraram doenças na cidade conquistada chora teu desalento, tua casa inundada o câncer despertou enquanto você dormia seu sono alucinou labaredas de letargia sometimes i dream a wave is still coming i can feel it washing my own knees sometimes i dream a world full of mirrors so we can see the poison eroding the sea the ocean reclaims the coastlines our cities will drown in fury the celestial revenge of forest spirits for all the sins burned in the tropics time is running off, the ghosts are settling we'll soon reach a non returning point like a haunting presence hanging in the sky waiting for the time to bend over us